Imagem e tipografia II

Como já foi colocado num post anterior, a tipografia é a arte e o processo de criação da composição de um texto.

A tipografia é uma dos pontos mais importantes do processo de desenvolvimento de um projeto na web. Ela deve estar adequada a detalhes que vão fazer a diferença para que uma página possa dar certo, como público alvo, legibilidade, etc…

É importante que a tipografia esteja de acordo com todos esses detalhes e em alguns projetos em que ela é usada de modo mais experimental, isso deve ser feito de modo a não comprometer a leitura.

Mas a tipografia também se presta de modo bastante interessante à arte digital. É o que você vê a seguir nesse conjunto oferecido por Carol Francis, do graphix1:

tipografia 1

tipografia 2

tipografia 3

tipografia 4

tipografia 4

tipografia 5

tipografia 6

O game designer

game designer

Você gosta de game? passa horas em frente a um monitor enfrentando adversários online, tentando bolar a melhor estratégia para vencer inimigos, conquistar planetas, salvando  princesas das garras de vilões? Já imaginou que é preciso vários profissionais para elaborar o seu game preferido, e várias etapas até que ele seja finalmente lançado? Um dos mais importantes profissionais que entram em ação para que um game possa fazer sucesso, trazer emoção e envolver o jogador, fazer com que ele desfrute de todos os detalhes do jogo como se ele estivesse no local da ação é o game designer.

O game designer ( também chamado de Projetista de Jogos ) basicamente é a pessoa que cria o conceito e projeta jogos.

A principal característica do Designer de games deve ser a criatividade. Desenvolver o conceito de um novo game não é uma tarefa simples. É preciso estar atento as tendências do mundo dos games, ter um grande senso estético, ter criatividade para elaborar roteiros, histórias nas quais o jogador possa se envolver. Nisso está grande parte do sucesso de um game.

Mas, e quanto a carreira? Como é que uma pessoa pode se tornar um game designer?

Já existem cursos superiores em diversas instituições de ensino que preparam o profissional para atuar na área dos games. São cursos de graduação tecnológica, mais curtos e mais intensivamente focados nas disciplinas específicas da área. O que não quer dizer que o estudante vai apenas estudar programação, modelagem 3D e outras técnicas e linguagens usadas para se desenvolver games. Durante o curso de design de game, o aluno vai estudar as etapas da produção de games, teoria de jogos, e até algumas disciplinas ligadas às artes, depois poderá escolher se especializar em uma delas ou então se especializar no gerenciamento de projetos de jogos. Com duração aproximada de 3 anos em geral, não exige estágio obrigatório.

E uma vez formado, dentro da carreira de game designer, o profissional pode optar pelas seguintes áreas de atuação:

projeto de game

 

  • Roteirista: O roteirista é o profissional de design de games responsável por imaginar e escrever a história do jogo. Para que um game seja um sucesso, antes de mais nada é preciso uma boa história, a história deve ser interessante, atrativa e principalmente coerente. Muitos games chegam a ir ao mercado com grandes deficiências do ponto de vista da coerência  do desenvolvimento da história, das etapas onde se desenrolam os acontecimentos dos jogos. Este é o profissional mais raro de se encontrar no mercado de design de games no Brasil.

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Neutralidade da rede: Por quê e para quem?

neutralidade

 Você sabe o significado do termo “neutralidade da rede”?

É o princípio que determina que todos sejam tratados com igualdade, sem que haja benefício para uns e não para outros na hora de navegar, que não haja nem limitações nem privilégios para clientes específicos. A neutralidade na Internet é essencial para a regulação democrática da rede, por permitir condições igualitárias de navegação e proibir a discriminação dos consumidores na rede. “Uma vez na rede, o consumidor tem que ter acesso a internet como um todo”, afirma o professor Carlos Affonso, da Fundação Getúlio Vargas.

O princípio da neutralidade diz simplesmente que a rede deve ser igual para todos, sem diferença quanto ao seu uso. Em uma analogia com a energia elétrica, que também é prestada através de uma rede, não se faz diferença entre o uso de uma geladeira e uma televisão. A rede não aceita um aparelho e rejeita outro, ou seja, não faz discriminação de uso. O mesmo deve valer para a internet. As entidades que defendem a neutralidade, reivindicam o uso democrático da rede como princípio claro e indubitável em qualquer regulação que trate da internet, sem margem para desobediência e poucas exceções técnicas.

Isso significa que com a neutralidade, não pode haver distinção de tráfego com base em interesses comerciais, nem privilegio de transferência de determinados pacotes de dados (aquilo que enviamos ou recebemos quando estamos navegando) a alguns em detrimento de outros. As empresas de telecomunicações querem que os consumidores paguem mais para ter sua navegação “facilitada”. Se isso prevalecer, quem tem mais dinheiro terá uma internet melhor, e quem não tem, terá um serviço de qualidade menor, o que aliás sempre foi a realidade aqui no Brasil desde que se começou a exploração comercial da Internet.

A neutralidade é um princípio e, como tal, um direito dos consumidores. Isso é o que diz o Marco Civil da Internet, que deveria ser votado ainda ano no Congresso Nacional. O problema é que a votação do Marco Civil da Internet já foi adiada seis vezes na Câmara. A falta dessa legislação, segundo especialistas, traz insegurança jurídica para usuários da rede, permitindo, inclusive, que situações que não deveriam estar acontecendo, continuem por falta de algum regulamento que determine quais são as obrigações das empresas e como o internauta deve proceder para não ter os seus direitos violados.

Pra isso que a realidade mude, é importante pressionar os parlamentares pela sua aprovação. A sociedade precisa se mobilizar mais, defendendo a votação e a aprovação do Marco Civil. Se o projeto não for votado, a insegurança do usuário de Internet no Brasil permanece a mesma.

fontes:
www.idec.org.br
convergenciadigital.uol.com.br

Quem quer ir pro SEO ?

…Mas, o que é SEO ?

SEO

SEO vem, como a maioria da linguagem usada em Tecnologia da Informação, do inglês. É a abreviatura de Search Engine Optimization, em português: Otimização para os Mecanismos de Busca.

São técnicas usadas para potencializar e melhorar o posicionamento de uma página Web nos mecanismos de busca, isso quando se trata de buscas “orgânicas” , ou seja, quando os buscadores indexam os sites de forma natural, por que também há a possibilidade de se pagar para que uma página se mantenha no topo das listas dos mecanismos de buscas, através de programas (no sentido de iniciativas, não softwares), como o Adwords. Você pode notar isto no Google, por exemplo, nos endereços que aparecem, ora na parte direita da tela, ora sobre todos os outros resultados, mas com o fundo amarelado ou rosa). Mas disso podemos tratar em um outro post, o que nos interessa no momento, é discutir como se pode usar de maneira eficiente as técnicas de SEO para melhorar os resultados de uma página de maneira orgânica mesmo.

Algumas dicas para entrar no SEO:

 

SEO code

 

A tag <title> de uma página informa tanto aos usuários quanto aos mecanismos de busca do que ela se trata, então procure ser claro, simples e objetivo quando for colocar algum tipo de informação nesse espaço, utilize textos curtos, na maioria dos casos, uma frase já é o suficiente. Evite ao máximo termos genéricos demais como “página1″, ou qualquer outro que possa se confundir com milhões de outras páginas web afora, procure pensar em algo que caracterize o trabalho, e escreva algo que possa equilibrar originalidade com uma ideia simples, pense no que talvez o usuário esteja procurando e que você possa oferecê-lo.

Você pode se valer também de um recurso chamado de Meta tag de descrição: (<meta name=”description”>), que também fica entre as tags <head> e <title> onde você deverá descrever o conteúdo do seu site de uma forma mais detalhada do que no <title>. Geralmente, o que é escrito ali é o que o internauta vê abaixo do título de uma página, quando vai fazer uma busca no Google ou em qualquer outro similar.

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Minimalismo na web – pte. 2

Voltando a falar de sites minimalistas, para completar a série de posts sobre o assunto que não se esgota aqui, claro, essa não é a ambição do Geekado, é um tema que tem várias outras questões e pode ser abordado de diversas maneiras. Mas vamos a alguns questionamentos sobre esse estilo de design na web:

Por que razão se construir um site minimalista?

O primeiro: web design minimalista geralmente pode ser feito usando-se menos código e recursos. Um site minimalista, muitas vezes, têm menos regras CSS,elementos HTML, imagens, JavaScript, etc. Isso significa que o desempenho melhora e, por sua vez, menos tempo que o site leva para carregar, e isto é um fator positivo.

Outra questão é o aproveitamento do espaço na página. Observe o site abaixo, do designer Daniel Gray:

minimalista

Note como o espaço em branco é colocado em torno de cada seção para que os leitores possam se concentrar rapidamente no conteúdo, sem se distrair com outro tipo de
informação. A razão mais importante para projetar de forma minimalista é justamente essa, ou seja, sem elementos estranhos, o que faz com que o conteúdo do site seja enfatizado. Ao adicionar mais espaço em branco às várias seções de um site é dado espaço para a visão “descansar”.

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O preto na Web

O preto: Na definição acadêmica é a ausência de cor ou, em se tratando de tintas, a mistura de todos os pigmentos possíveis. Paradoxal, não?… Mas na prática, o preto pode ser mesmo considerado uma cor. E assim como as outras, pode transmitir emoções e informações diversas.

Hermann von Helmholtz, que era físico, mas também estudou outras áreas, incluindo a psicologia e teorias das artes definiu:

“O preto é a sensação real, mesmo que seja produzido pela total ausência de luz. A sensação de preto é indiscutivelmente diferente da ausência de sensações.”

De fato, essa é uma cor emblemática. Carrega vários significados no subconsciente do ser humano, de várias formas em culturas diferentes. Na maioria dos países do ocidente, por exemplo,  ela pode significar luto, mas também sofisticação, vide propagandas de produtos destinados às classes mais abastadas, como carros luxuosos, vinhos e aquelas roupas de grife, tanto os vestidos longos das mulheres , quanto os ternos dos homens. Também está associada a mistério, misticismo. E, muitas vezes, infelizmente, é usada de forma pejorativa, em demonstrações de racismo. Já no Oriente, é considerada uma cor associada à sabedoria, experiência de vida, honra etc…

site preto

Mas, e na Web, como é que o preto pode funcionar?

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